sexta-feira, 12 de fevereiro de 2021

«VINCERÒ»

 
  
 
 
   
 
«O tenor polonês Leszek Świdziński da Ópera Real da Polônia e o coro Medicantus, formado por médicos, surpreenderam outros médicos e enfermeiros de plantão em um hospital de Varsóvia, interpretando Nessun Dorma (Que ninguém durma), a famosa ária da ópera Turandot de Giacomo Puccini. *O tenor Świdziński manteve um Re maior por 6 compassos ininterruptamente no final quando disse "Vincerò" (vencerei)». 
 
 
 
 

«PRIVATE COPYING GLOBAL STUDY»

 

 


 

 

06.01.2021

«Newly Released Private Copying Global Study shows Potential for Better Remuneration of Rightsholders

CISAC, BIEM and Dutch Society Stichting de Thuiskopie launched a new study 23 November 2020 on private copying systems globally. The study offers analysis of private copying systems around the world along with a guidance section on how to implement effective levy systems. Private copying levies are a vital source of income for creators and rightsholders across the world. They have an even greater potential if adequate legislation, proper application of the law and effective collection mechanisms are implemented. The study also illustrates in particular the potential economic benefits if levies are effectively implemented to cover digital devices. In 2018, global collections of private copying levies for all rights holders totalled EUR 1,046 million. This includes EUR 367 million for authors, representing 3.8% of global authors’ collections.

The common study is intended as an information tool for governments and policy makers, a reference for negotiations on fees and a source of data. It contains all the information that stakeholders need on private copying, from the legal framework to the practical implementation of private copying. Using multiple data sources, the study examines the copyright laws of 194 countries in 5 continents».

 

 

MEMÓRIA | sobre o «orçamento participativo» e a vertigem da primeira vez ...

 
O Orçamento Participativo  «nacional» esteve/está «na berlinda» - veja  TODO O ORÇAMENTO PARTICIPATIVO | para isso nos encaminha a Constituição. Sabe quem esteve na sua origem? Conclua através desta notícia de 2018:

«A secretária de Estado Adjunta e da Modernização Administrativa de Portugal, Graça Fonseca, participou na Assembleia Geral esta semana para promover dois projetos inovadores do governo português. Nesta entrevista com a ONU News, Fonseca diz que o orçamento participativo de Portugal “é o único que existe a nível mundial” e explica os objetivos deste projeto lançado há dois anos. A secretária de Estado fala também sobre o GovTech, um concurso que distingue projetos tecnológicos que ajudam a cumprir os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, ODSs. Os vencedores da primeira edição são anunciados na próxima semana.Graça Fonseca fala ainda da importância da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável e do objetivo de levar estes projetos para outros países de língua portuguesa(...)». É isso, faltam-nos  balanços da ação politica. E escasseiam responsabilizações, para «o bem» e para «o mal» ... E a sensação que nos assola: será que não há por aqui  padrão de comportamento - na circunstância em torno da «1.ª vez», do «inovador», de ... - que se repete nos lugares que os Governantes vão ocupando? Qual vertigem!

Ah, logo que tenhamos tempo iremos em busca do «inovador GovTech», e da «evangelização»   para os ODS e afins  ...




 

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2021

«A RASPADINHA DO PATRIMÓNIO» OU DOS DESIGNIOS COM PÉS DE BARRO DA SENHORA MINISTRA DA CULTURA ...

 


Demorou, mas chegou, a controversia em torno da RASPADINHA DO PATRIMÓNIO. Talvez devido ao anúncio do seu lançamento no Dia Internacional dos Museus. Aqui no Elitário Para Todos já tinhamos dado por ela. Em 20 de outubro passado este post:PARA ESMIUÇAR A PROPOSTA DO ORÇAMENTO DO ESTADO 2021 | Entre a «Raspadinha» e a Informação sobre o Fundo de Salvaguarda de Património Cultural ...

 Agora, de quem se debruçou sobre o «tema» e conhecemos: o Governo Sombra onde o assunto foi lançado com a acutilância de Ricardo Araujo Pereira - por exemplo,  assinala que ninguém se lembraria de lançar uma «raspadinha» para financiar a saúde ou a educação... mas para a cultura ...; e este trabalho no Observador, lá  se pode ler: «(...)Em suma, ir buscar cinco milhões de euros à custa do vício não só é perigoso, como nos deve deixar a todos perplexos. Como foi possível fazer passar uma medida desta natureza com a justificativa de, transcrevendo as palavras da ministra da Cultura, Graça Fonseca, “que cada cidadão se sinta parte da missão nacional de preservar o património. Fazer com que cada um de nós se sinta parte de algo que tem de ser de todos. 2021 será também o ano de envolvermos todos nesta missão nacional”. (...)».

 Parece que se contraria o escrito  no JN -    O que é a raspadinha do Património Cultural? - :«É uma medida polémica? Apesar de vários estudos terem amplamente demonstrado que a raspadinha é consumida por famílias mais carenciadas e vulneráveis, e que este jogo é susceptível de provocar adição, a medida não causou qualquer controvérsia».

 Em suma, Senhora Governante, talvez com propriedade, «festa estragada» ...

 

«New European Bauhaus»

 

 

 


«Foi oficialmente lançada, no dia 19 de janeiro de 2021, a fase de co-design do “New European Bauhaus”, um projeto ambiental, económico e cultural, com o objetivo de combinar design, sustentabilidade, acessibilidade, acessibilidade e investimento, a fim de ajudar a alcançar o Acordo Verde Europeu. É uma iniciativa multissetorial e inclusiva onde o envolvimento do setor da educação, em todas as suas vertentes, é de importância central.

O objetivo da fase de design é moldar o conceito explorando ideias, identificando as necessidades e desafios mais urgentes e criar ligações entre as partes interessadas. Como um elemento da fase de design, nesta primavera, a Comissão lançará a primeira edição do prêmio da “New European Bauhaus”. (...)». Continue a ler.