quinta-feira, 17 de setembro de 2020

PARA UM EIXO SOBRE A CULTURA | na «Visão Estratégica para o Plano de Recuperação Económica de Portugal 2020-2030»

 

A imagem com que iníciamos este post tem a ver com«Apresentações do balanço da consulta pública da «Visão Estratégica para o Plano de Recuperação Económica de Portugal 2020-2030» cuja informação está disponível no Portaldo Governo. Comecemos por lembrar  post de julho último: À ATENÇÃO DO SENHOR CONSULTOR COSTA SILVA |Já percebemos que na sua «Visão Estratégica para o Plano de Recuperação Económica de Portugal 2020-2030» obviamente não quer esquecer a Cultura mas para isso precisa de ter outras conversas para além da Ministra da Cultura | PRECISAMOS DESENHAR A VISÃO ESTRATÉGICA PARA A CULTURA NO DESENVOLVIMENTO GLOBAL E HARMONIOSO DO PAÍS QUE NÃO SE ESGOTA NO ECONÓMICO.

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Voltemos aos dias que correm, pois é, ao olharmos para os balanços, a coisa continua «preta» para a cultura e as artes. Como se constata a palavra «cultura» lá continua no Eixo 10, acompanhada. Então mais uma vez:  seria pedir muito que estivesse sózinha? Com um titulo do género do da Saúde: Eixo (talvez o primeiro, talvez o último ...) - A força da cultura e das artes para o futuro.  E repare-se do que se pode ver na Apresentação do Consultor Costa Silva sobre a cultura - também pusemos o quadro onde se lê «alavancar setores tradicionais» porque é uma linha e com palavra «alavancar» muito caras à Senhora Ministra da Cultura e por lá devem estar as atividades artesanais e equivalentes no âmbito das artes ...:



 
 

 


 

 

Nem vale a pena comentar muito: o que se vê fala por si. Tudo revelador do estado em que a cultura e as artes se encontram. Tudo poucochinho.  Claro,  haverá quem diga: mas por que os profissionaisdo setor não deram contributos? Podiamos para inicio de conversa dizer que o processo é mais do género «dar azeitonas para a empada da vizinha» e que não estarão calhados para isso. A seguir adiantar que os profissionais da cultura e das artes estão a consumir-se em atividades de sobrevivência, e descrentes destes processos. E por fim,e valoroso: os profissionais da cultura, individualmente e através de organizações formais e informais, não param de dar contributos. No Espaço Público. Mas  ninguém os quer VER, OUVIR, LER ... Pelos vistos  só através de «consulta pública» ou quando perguntam em inquéritos e quejandos, e se a resposta é a que querem...   A TRAGÉDIA no setor da Cultura continua. Mas isto não pode ser eterno ... Ah, talvez valha mesmo a pena voltar ao post de julho.

 

 

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