quinta-feira, 6 de julho de 2017

PEDAÇOS DE UM COLÓQUIO (4) | Que Teatros Nacionais queremos?






Como decorre do titulo do colóquio - titulo, aliás, que lá foi questionado, mas admitiu-se que era difícil encontrar um que agradasse a todos - não estaria apenas em causa a «criação»  dos criadores que  são financiados através da DGARTES para assegurarem um serviço público. E pelo que lá se ouviu tem de se estar sempre a lembrar isso, ou seja,  que os apoios do Estado através do agora Ministério da Cultura, que vêm do Orçamento do Estado, não são para os agentes culturais mas sim para o serviço público que eles nos prestam. Nas artes.  Como acontece na água, nos transportes, na segurança, na defesas, na educação ... Outra parte, sem que com isso se esgote   o todo, são os «Nacionais» que a asseguram. E temos que fixar o que queremos para eles, de forma cristalina. Neste quadro,  o que esperar do TNDMII depois de se ler o que está na imagem abaixo? Pelo menos a pessoa que nos enviou o recorte não se revê no que leu. Institucionalmente, de nível superior,  terá havido alguma reação àquele «discurso»?  O que se lê, sem se por em causa a articulação entre os diversos protagonistas do setor, e a autonomia, e a liberdade, de um dirigente público, na circunstância artístico, convenhamos,é «forte»! Para todos os efeitos, sublinhe-se,  é uma posição «institucional». Mais do que um «retrato» poderá fazer parte de um filme sobre a situação em que estamos. Mas bem vistas as coisas, não percebemos aquele «editorial». Contudo, olhando à volta,  deve ter agradado, nomeadamente à tutela. Será? Vamos continuar a pensar no assunto, procurar mais informação,  e uma vez mais fazer uma ronda por outros Nacionais, «lá de fora». Então,  estamos  ou não estamos na(s) Europa(s)!





De repente, já ninguém entende quem está apoiar quem, e com que critérios. Mas que confusão ... E digam-nos mais sobre aquela coisa dos salários, porque se não são justos estamos mesmo a comprometer o futuro. Senhor Ministro averigue,  depois informe o País. Isto tem a ver com aquela coisa da transparência e com o facto de um NACIONAL ter de seguir PADRÕES DE EXCELÊNCIA. Em tempos estavam na sua orgânica, provavelmente já não moram lá ...
 

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